domingo, 25 de dezembro de 2011

O natal e os presentes.

Esta é uma época tão específica em nossa cultura que todos nós nos vemos envolvidos em uma atmosfera supranatural.  A um altruísmo patente em toda parte nesta época do ano, somos todos, de alguma forma, perpassados por um sentimento de bondade e solidariedade.
Refletindo sobre isso me dei conta que, no fundo, esta  época do ano representa um fio de esperança para toda a humanidade. Parece-me que no coração de todos nós, mesmo no dos que não se confessam cristãos, surgem os mais ternos sentimentos. Inda que para alguns o natal seja apenas mais um conto que se conta, a história do nascimento do menino-Deus nos humaniza.
Através de seu filho, Deus se fez presente como homem entre nós a fim de nos presentear com incomensurável salvação. Que nos salva de nós mesmos no presente tornando-nos menos voltados para nós e mais voltados para o outro. Deus nos salva no presente a fim de que tenhamos perspectiva de um futuro.
Por isso, tal vez somente por isso, faça sentido rememorar a cada ano o nascimento do menino-Deus. E, por causa dessa esperança presentear, assim como Deus a nós, de alguma maneira os que se fizeram presentes em nossas vidas. O Natal é uma grande oportunidade de ser presente por causa do presente de Deus. Assim, inclino-me a desejar a todos um feliz natal.

Por EDSON CISO
(Nota: Este texto foi produzido no Natal de 2010, Um novo texto referente ao natal e a crítica natalina pode ser lido no meu blog pessoal.)

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Palavra aos ministros
Crianças, futuro presente.
Quando nos debruçamos sobre a questão do espaço das crianças em nossas igrejas, a pergunta que nos cabe é por que investir nossos esforços, nosso tempo, nossos recursos no ministério e na ministração infantil. A princípio, somos tentados a responder tal questionamento com a afirmação que as crianças são o futuro de nossas igrejas. Elas serão os futuros ministros de música, os futuros administradores, missionários, pastores, mestres etc.. Apesar de ser uma resposta simplória, sob certos aspectos, não foge a realidade.
Dada a natureza da resposta, como elas pertencem ao futuro, pouco se investe nelas no presente. Isso fica claro com a quantidade de recursos que despendemos com o ministério com crianças, quer seja material quer seja humano, em relação aos outros departamentos da igreja.
Não obstante, nos últimos anos temos visto sinais claros de uma efetiva mudança neste contexto. Cada vez mais ministérios integralmente voltados para crianças têm surgido em nosso país, as igrejas têm cada vez mais convidado ministros para treinamentos e capacitação de lideres de crianças, vasto material tem sido produzido para este público, igrejas totalmente

voltadas para elas têm surgido, etc. Mas o que tudo isso significa? Sobretudo, qual a força motriz deste fenômeno e quais os desdobramentos que ele suscita?
A princípio, temos duas respostas para tentar compreender o que está ocorrendo. A primeira é que essa pode ser simplesmente uma lógica de mercado. Isto é, de alguma maneira os homens de negócio e as pessoas de religião podem ter descoberto um caminho rentável. Hipótese que não deve ser descartada. Ou, por outro lado, uma segunda resposta, Deus em sua soberania pode estar abrindo nosso entendimento para seus propósitos eternos em relação ao seu povo. O que creio que de fato está acontecendo.
O fato é que, desde os tempos antigos, Deus nunca abriu mão das crianças. O capítulo 10 do Livro de Êxodo aponta nesta direção. Quando Moisés diz a faraó que o povo deve ir prestar culto ao seu Deus, deixa bem claro que todos deveriam ir, jovens, idosos e crianças. O povo nunca seria verdadeiramente livre, se as crianças e as mulheres permanecessem no Egito; se as crianças e mulheres permanecessem cativas, os homens automaticamente estariam cativos. Logo, desde sempre a exigência de Deus foi que todos saíssem do Egito para ir-lhe prestar culto.
Para nós a narração da história da libertação do povo de Israel é bastante significativa e elucidadora do porque não podemos relegar as crianças um lugar futuro em nossas igrejas. Assim como Moisés, nós também precisamos tirar todos do “Egito”, isto é: jovens, velhos, mulheres e crianças. Sobretudo, porque o chamado a adoração e culto ao Senhor é, também, um chamado a libertação. Neste sentido, inda que tenhamos os aproveitadores, os mercadores e os falsos irmãos, vejo todo esse movimento de resgate da adoração infantil genuína, como um movimento do próprio Deus. Para sua glória e para o nosso bem.
Edson Ciso

sábado, 1 de outubro de 2011

Celebrar é Bom DEMAIS!

Aleluia! Louvem a Deus no seu Templo. Louvem o seu poder, que se vê no céu.
Louvem o SENHOR pelas coisas maravilhosas que tem feito. Louvem a sua imensa grandeza.
Louvem a Deus com trombetas. Louvem com harpas e liras.
 Louvem o SENHOR com pandeiros e danças. Louvem com harpas e flautas.
Louvem a Deus com pratos musicais. Louvem bem alto com pratos sonoros.
Todos os seres vivos, louvem o SENHOR! Aleluia!

Como tem sido maravilhoso servir Jesus com as crianças!
Nesta sexta, fomos na escola dentro da Fundação do menor, e ali encontramos crianças com o coração desejoso em aprender.
Foi um momento sublime e singular! Ficamos impactados com o carinho das crianças nos abraçando.
Mas o que muito nos abençoou, foi ver a alegria em cada rostinho dançando, pulando e cantando para Jesus!
As vezes me pego pensando em como estaria o coração de Deus naquele momento, recebendo o perfeito louvor dos pequeninos. Que privilégio, nós temos de sermos chamados a conduzir e partilhar deste momento tão maravilhoso! Que sejamos convictos do nosso chamado e missão que Deus tem nos confiado. Que sejamos zelosos ao fazer a obra do senhor. Pois a bíblia nos diz: " maldito aquele que faz a obra do Senhor relaxadamente".
Sejamos zelosos e agradecidos!
Que Deus nos abençoe!

ADORAI 2011

As inscrições do Adorai esta semana, será das 13h às 17h. Ligue para 27326969 e agende um horário para fazer a inscrição da sua caravana. Aguardamos o seu contato!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Palavra aos ministros
Fé, Amor e Esperança.

É imprescindível que três coisas sejam visíveis em nossos ministérios: trabalho, esforço e perseverança. Um ministério eficaz é sem dúvida um ministério que trabalha e trabalhando se esforça e no esforço persevera. Mas, certamente, a eficácia não está no trabalho pelo trabalho e no esforço pelo esforço, nem na perseverança pela perseverança em si.
Paulo apóstolo, a partir da experiência dos tessalonicenses, parece sinalizar que o trabalho deve ser resultado da fé, o esforço do amor e a perseverança da esperança em Jesus Cristo: “Lembramos continuamente, diante de nosso Deus e Pai, o que vocês têm demonstrado: o trabalho que resulta da fé, o esforço motivado pelo amor e a perseverança proveniente da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo” (I Ts 1.3).
Assim que, então, precisamos poder afirmar que trabalhamos não por causa do trabalho em si, mas por causa da fé, nos esforçamos pelo amor e perseveramos por causa da esperança em Jesus Cristo. Pois sabemos: “Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor”. (ICor 13.13).

Por Edson Ciso

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Ligados em Cristo, Obedientes a TUA palavra.


Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.
Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto.
Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado.
Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim.
Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.
Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem.
Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.
Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.
Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor.
Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor.
Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo.
O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.
Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.
Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.
Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.
João 15:1-15

Como verdadeiros adoradores, não podemos fazer nada sem o Pai. Somos chamados para dar frutos, foi Ele quem nos escolheu. Mas muitas vezes ficamos aniquilados e improdutivos pela independência de DEUS. Quando nos achamos auto suficientes para tomarmos nossas próprias decisões. Começamos a trilhar nossos próprios caminhos, e deixamos de lado os caminhos do Senhor.
Mesmo assim Deus por sua misericórdia, nos separa e limpa para que venhamos dar mais frutos. Precisamos nos purificar a todo instante através da palavra de Deus. Mas quando decidimos levar uma vida independente, não temos a preocupação de conhecer o que Deus deseja para minha vida. Não nos preocupamos em ler meditar e muito menos praticar a palavra de Deus.
Somos chamados a dar frutos, muitos frutos para Glória de Deus! Mas precisamos está ligados com Deus através da sua palavra e da oração. Quando lemos a palavra, Deus fala conosco. Quando oramos falamos com Deus. Estamos preocupados em falar de tudo com todos, menos compartilhar com o Pai de Amor. Está ligados com Deus, é desenvolver um relacionamento de intimidade, de companheirismo, cumplicidade e amizade. Os verdadeiros amigos, compartilham sonhos e segredos. Choram juntos, sorriem juntos. Servem um ao outro com alegria, pois tem o entendimento verdadeiro do que estão fazendo. Não fazem nada por obrigação, mas com gratidão no coração. Precisamos guardar os mandamentos do Senhor para permanecermos em seu Amor em satisfação completa. Deixar de guardar, amarguras, mágoas, tristezas, conceitos humanos, para nos encher de tudo que agrada o coração de DEUS. Quando vivemos um verdadeiro relacionamento com Deus, a palavra Dele flui em nós, e assim receberemos tudo o que pedirmos. Deixaremos de pedir mal, para o nosso próprio deleite e passaremos pedir para glória de DEUS. Os verdadeiros amigos fazem tudo uns pelos outros. Se queremos ser amigo de DEUS precisamos fazer tudo que Ele nos manda. Pois não somos mais servos, que não sabe da vida do seu Senhor. Somos amigos do Pai de Amor, que tem revelado Sua a cada um de nós!

Senhor, que sejamos fiel a tua amizade! Amém!

Sheila Ramos

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

ADORAI 2011

Você não pode faltar! Junte sua Galera e venha celebrar!


segunda-feira, 25 de julho de 2011

Palavra aos ministros

Oração e leitura da Palavra no culto infantil

Nenhum homem pôde nos fornecer maior exemplo de intimidade com Deus do que o próprio Jesus. Paulo, apóstolo, quando disse a célebre frase “sede meus imitadores como sou de Cristo”, estava reportando, ele mesmo, a Cristo. Ele disse: “Eu sou de Cristo”. Em outras palavras – “me imitem no fato de querer ser igual a Cristo”. Em que consistia a vida de intimidade com Deus que Jesus ostentava? Sem dúvida de uma caminhada e um relacionamento diário com Deus. Através da meditação na Palavra e de uma vida efetiva de oração podemos ter, também, uma vida de intimidade com Deus.

Não são raras as narrativas bíblicas em que Jesus se retira para orar, quer seja sozinho quer seja acompanhado de seus discípulos. Jesus revelava uma vida plena em/de oração. Assim como uma vida plena em obediência a voz de Deus: “Então Jesus disse: "Quando vocês levantarem o Filho do homem, saberão que Eu Sou, e que nada faço de mim mesmo, mas falo exatamente o que o Pai me ensinou. Aquele que me enviou está comigo; ele não me deixou sozinho, pois sempre faço o que lhe agrada" (Jo 8. 28-30).

Desde logo, precisamos ministrar e ensinar as crianças sobre a importância de uma vida de intimidade com Deus. Mesmo sendo de pouca idade elas são capazes de entender o que é viver plenamente dedicadas a Deus, a exemplo do profeta Samuel, chamado ainda menino. Mesmo que alguém poderia argumentar que uma prática diária de leitura bíblica e oração não sejam potencialmente sinônimos de intimidade com Deus, precisamos cultivar isso nas crianças, pois dificilmente encontraremos alguém que tenha uma vida efetiva de intimidade com Deus que não tenha uma vida regular de oração e meditação na palavra, tal vez jamais encontraremos.

Por Edson Ciso

quinta-feira, 7 de julho de 2011

O Salmo do Bom Professor


O Senhor é meu Mestre.
Não me desviarei dos
caminhos da sabedoria.
Ele me conduz passo a passo
pelos degraus do que eu tenho que aprender.
Ele me prepara uma lição a cada dia
e, me revela as ricas
fontes de instrução.
Ele mostra a cada instante
a beleza esplendorosa da verdade.
O mundo é o livro estupendo
que ele escreveu,
e, uma a uma, ele vai virando as páginas
diante de mim,
onde as palavras e as imagens estão gravadas.
Sua voaz eterna povoa
as palavras e os cenários.
Então eu me encho de júbilo
quando o compreendo.
Ele me toma pela mão
e me leva ao cume da Sabedoria:
e pelos vales e pelos
caminhos sombrios,
a sua mão me guia e
seu Espírito me fala.
Ainda que a lição seja difícil,
não me desespero,
pois o Senhor usa de paciência
com seu discípulo,
e espera com ternura
que eu vença a minha fraqueza,
de sorte que de entre as minhas lágrimas,
eu consiga ter claramente a verdade.
Certamente que através da alegria
e das dificuldades,
tu me iluminarás, Senhor,
e me conduzirás por fim
ao perfeito conhecimento
de ti mesmo.

Extraído de Alvorada

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Criando na Doutrina e Admoestação do Senhor


Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo.
Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa;
Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.
E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.




Efésios 6:1-4



Como estão nossas famílias? Quanto tempo elas tem durado na presença de Deus?


A bíblia pede para que nossos filhos sejam obedientes, por que isto é justo. Nós pedimos aos nossos filhos que sejam obedientes, pois queremos o que é justo. A seguir, queremos que nossos filhos nos honre, pois queremos desfrutar da promessa: "para que te vás bem e vivas muito tempo." Queremos nossos filhos por muito tempo. Mas quanto tempo temos gastado na presença de Deus com nossos filhos? Nossos filhos, tem o desejo de conhecer, descobrir, são questionadores. Como temos respondido? Onde temos buscado nossas respostas?


Infelizmente, a maioria de nós optamos pelo mais fácil: "Não e pronto acabou", "cala a boca", "vai fazer o que estou mandando", "eu mando e você obedece". Com isso, facilitamos para um comportamento artificial, imposto, indesejado e obrigatório aos nossos filhos. Apenas fazem por fazer, sem qualquer entendimento do que seja realmente correto. Sendo assim, logo que estão distante de nós pais, voltam a fazer o que ficou reprimido em seus corações.


Porque isso? Simples, nós não temos criado nossos filhos na doutrina e admoestação do Senhor. Investimos nos melhores computadores, com a internet de melhor qualidade. Permitimos que eles próprios pesquisem suas respostas e fiquem com a qque melhor lhe aprouver. Substituimos nossa presença, pelas babás eletrônicas, e deixamos desde bebês horas e horas na frente da televisão, sob a influencia de conceitos e valores que a mídia tem deturpado. E depois nos perguntamos: Onde temos errado? O que fizemos de errado? Nossos filhos não saem com pessoas diferentes para agir dessa forma.


Nossos filhos não precisam mais sair de casa, para conhecer e aprender o que desagrada o coração de Deus. Basta que nos ausentemos e os deixemos entregues a solidão e abandono, "seguros em nossos lares", para que o inimigo de nossas almas venha ministrar o coração dos nossos filhos.


O que fazer então? Simples a palavra de Deus nos responde: criai-os na doutrina e admoestação do Senhor. Efésios 6:1-4


Precisamos despertar! Clamar ao Senhor por nossos filhos! Pedindo a Deus palavras de sabedoria, para dialogar como família. Precisamos tomar posse da palavra:



Com a sabedoria se edifica a casa, e com o entendimento ela se estabelece;






Sheila Ramos

quarta-feira, 29 de junho de 2011




O SENHOR, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra, pois puseste a tua glória sobre os céus!
Tu ordenaste força da boca das crianças e dos que mamam, por causa dos teus inimigos, para fazer calar ao inimigo e ao vingador.




Salmos 8:1-2








Como igreja o que temos feito para que a boca de nossos pequeninos exalte ao Senhor e cale o nosso inimigo?




Talvez como igreja, não temos feito nada ou muito pouco. Quando queremos proporcionar o culto infantil para nossas crianças, qual a intenção do nosso coração? Proporcionar um ambiente adequado a linguagem delas, para que sejam conduzidas ao crescimento espiritual, chegando a adoração, ou simplesmente retirá-las do templo para que haja silêncio? A muito tempo atrás os próprios discipulos de Jesus, fizeram isso. Temos que ter cuidado se não estamos repetindo tal comportamento.




O que temos oferecido nos cultos infantis de nossas igrejas? Será que realmente podemos chamar de culto, ou tem sido um local no qual temos proporcionado intretenimentos sem levá-las ao arrependimento de seus pecados, pedidos de perdão e entregas genuínas a Jesus. Que transformações tem se produzido na vida de tais crianças? Quando pastoriamos de fato, os corações transformados, gerando mudanças de dentro para fora. Temos que ter o cuidado de não estarmos produzindo em nossas igrejas, "fariseusinhos" apenas transformados em suas aparencias, que adoram de palavras mas seus corações estão longe de Deus.




Como lemos no texto acima, Deus deu força na boca da criança, para que nossos inimigos se calassem. O desejo do inimigo, é que elas continuem intertidas e caladas, assim ele continua vencedor. Precisamos mudar essa história como igreja.




Jesus também nos adivertiu:





"E traziam-lhe meninos para que lhes tocasse, mas os discípulos repreendiam aos que lhos traziam."
"Jesus, porém, vendo isto, indignou-se, e disse-lhes: Deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus."




Marcos 10:13-14




"E Jesus lhes disse: Sim; nunca lestes: Pela boca dos meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor?"




Mateus 21:16








Vamos seguir os passos de Jesus, vamos deixar as crianças tocar o mestre. Vamos conduzí-las ao perfeito louvor, através das orações, leitura da palavra e canticos. Vamos agir com integridade, dando o nosso melhor ao Senhor Jesus em serviço aos pequeninos.




Que toda honra, glória e louvor sejam dados a Jesus! Amém!








Sheila Ramos




segunda-feira, 27 de junho de 2011

As crianças aprendem o que vivem

Se a criança vive com críticas,
ela aprende a condenar.

Se a criança vive com hostilidade,
ela aprende a agredir.

Se a criança vive com zombarias,
ela aprende ser tímida.

Se a criança vive com humilhação,
ela aprende a ser culpada.

Se a criança vive com tolerância,
ela aprende a ser paciênte.

Se a criança vive com incentivo,
ela aprende a ser confiante.

Se a criança vive com elogios,
ela aprende a apreciar.

Se a criança vive com retidão,
ela aprende a ser justa.

Se a criança vive com segurança,
ela aprende a ter fé.

Se a criança vive com aprovação,
ela aprende a gostar de si mesma.

Se a criança vive com aceitação e amizade,
ela aprende a encontrar o amor no mundo.

Dorothy Law Noite

VAMOS VIGIAR NOSSAS ATITUDES!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Quem ama corrige






















Quem não castiga o filho não o ama. Quem ama o filho castiga-o enquanto é tempo.


Provérbios 13:24



Este versículo nos alerta para os que verdadeiramente amam os filhos. Estamos vivendo um tempo de tão grande consumismo, que muitos tem se perdido com relação ao verdadeiro amor. Muitos tem se sentido amados por receber coisas e outros tem se declarado por ofertar coisas.


Mas como acabamos de ler acima, quem ama corrige e não quem ama dar coisas. Muitos pais tem gastado o seu tempo, para cultivar coisas terrenas, enquanto Deus deseja de nós bens eternos. Educar, gasta tempo e requer dedicação. Mas muitos tem desistido do privilégio que Deus nos deu de educar, encaminhar nossos filhos.


Faz parte da educação com amor, a correção. Muitos pais tem preferido deixar esta responsabilidade com as babas, ou com os avós e até mesmo responsabilizam escolas e igrejas. Todos esses, são parceiros que Deus nos dá nesta jornada, mas nenhum deles, tira de nós a responsabilidade de educar, amar e corrigir que Deus nos deixou, como pais.


É portanto um trabalho difícil e deve ser perseverante, requerendo de nós uma disciplina em saber qual a direção de Deus para nossos filhos. Mas sei que dirigidos pelo espírito Santo de Deus, desenvolveremos filhos com fruto. Fruto que nos traz alegria!

Vamos ensinar nossos filhos ouvirem a Deus. Mas como ouvirão Aquele que não vêem, se não ouvem os que vêem?

Ama seu filho? Então corrija! Cumpra o que a bíblia nos diz: Quem ama corrige.




Sheila Ramos

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Palavra aos ministros

Ministério performático e a glória de Deus.

Certamente todo ministério e todo ministro passa por momentos de dificuldades. Algumas são mais graves outras mais fluidas. Entretanto, são inevitáveis. Um dos maiores problemas que um ministério pode enfrentar é o de se tornar um ministério performático. Claro que todo ministério tem que se preocupar em ter um bom desempenho no serviço que se propõe a desenvolver. Apesar disso, alguns se tornam especificamente performático. Quando a performance passa a ser o que há de mais constitutivo em um ministério, este não está longe de ser um ministério que vive do que aparenta.

Há grande risco para o ministério que está em vias de cruzar a fronteira essência/aparência. O ministério de Moisés, por exemplo, tinha como essência o relacionamento efetivo com Deus. Moises servia o povo a partir de seu relacionamento íntimo com Deus. Relacionamento tão expressivo que sua face passou a refletir a glória de Deus. O povo não podia mirar sua face tamanho esplendor da gloria do Senhor, por isso Moises cobria seu rosto com um véu após falar ao povo e o removia ao entrar na presença de Deus (Ex. 34.30-35). No entanto, o grande risco que Moises tinha diante de si era o de o véu ser a coisa central de seu serviço ao povo. E de quem sabe um dia quando o véu fosse removido o povo gritasse: “Icabode, foi-se a glória de Deus”.

Quando prescindimos do relacionamento efetivo com Deus paulatinamente passamos a usar véus e a confia na performance para ministrar. Não obstante, não existe ministério eficaz quando se vive de aparências. Pois todo serviço ministerial que glorifica a Deus é fruto da glória de Deus e de nada mais.

Edson Ciso

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Palavra aos ministros

Liderança eficaz, uma reflexão.

A princípio, em uma análise superficial, parece estranha a afirmação de Jesus quanto a questão da liderança: “ Se alguém quiser ser o primeiro, será o último e servo de todos”. Todavia, é no contexto do serviço que Jesus fala sobre liderança. O líder semelhante a Jesus nunca será um chefe, mas sempre será um servo.

Na liderança cujo substrato do serviço é tido como uma das premissas fundamentais, o bônus da tarefa cumprida é sempre compartilhado. Penso que a ação e intervenção do líder são quase tidas como desnecessárias, paradoxalmente. Veja o exemplo da multiplicação dos cinco pães e dos dois peixes. Foram os discípulos que trouxeram os pães e os peixes, foram os discípulos que organizaram a multidão em grupo, foram os discípulos que repartiram os pães; Jesus abençoou e o milagre aconteceu. Claro que sempre atribuiremos o milagre a Jesus, com razão.

Não obstante, como diz o poema chinês: “Mas dos melhores lideres, quando sua tarefa é cumprida, e o seu trabalho é feito, o povo todo vai dizer: ‘fomos nós que fizemos’”. É por isso que a recomendação de Jesus é que aquele que quiser ser líder deve, antes, ser servo. Um líder servo sempre buscará potencializar as competências e habilidades dos liderados ao seu nível máximo, buscando a glória de Deus por meio da conquista do grupo.

Por Edson Ciso