quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Palavra aos ministros

Intercessão o ministério eficaz

A intercessão é requisito básico em qualquer ministério eficaz. Ser um intercessor é uma experiência perene na vida de todo ministro verdadeiro. No geral, confunde-se oração com intercessão. Oração é pré-requisito na vida de qualquer cristão, ou pelo menos deveria ser. Uma disciplina em oração é indispensável para uma vida espiritual saudável, como vimos em artigo anterior.

Não obstante, qual o lugar, ou o que é intercessão? O lugar da intercessão é o lugar da intervenção conciliadora. Em outras palavras, de estar onde ninguém mais está, ou, pelo menos infelizmente, poucas pessoas estão, em prol de alguém ou “alguma coisa”. "Procurei entre eles um homem que erguesse o muro e se pusesse na brecha diante de mim e em favor da terra, para que eu não a destruísse, mas não encontrei nem um só”- (Ez. 22.30). O intercessor é aquele que se coloca no lugar de ruptura ou falta e constrói uma parede. Ou seja, alguém com uma visão ampliada, que reconhece uma necessidade e se coloca em ação.

Um ministro é, quase invariavelmente, um intercessor. Só você que ministra reconhece, de fato, as reais necessidades de seu ministério e, assim sendo, pode se colocar no lugar da rachadura. Tal vez, não será equivocado dizer que cada ministro é, em suma, um intercessor, pois este foi justamente levantado pelo Senhor para servir, e servindo estará suprindo uma necessidade. Assim, o intercessor não é só alguém que ora, mas é alguém que ora e age; ministra. E agindo supre uma necessidade específica, para glória de Deus, para o bem de outrem e, também, de si mesmo.

Por Edson Ciso.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Seu nome é hoje.


Cometemos muitos erros e muitas faltas, mas nosso maior
Crime é abandonar as crianças, negligenciar a fonte de vida.
Muitas coisas que necessitamos podem esperar.
A criança não.
Este é o tempo em que seus ossos estão se formando, seu
Sangue está sento feito e seus sentidos estão se desenvolvendo.
Para ela não podemos responder “AMANHÔ.
Seu nome é HOJE!


De: Gabriela Mistral.

domingo, 26 de setembro de 2010

Palavra aos ministros:
A família de Eli, Samuel e os propósitos de Deus para este tempo.




Temos visto, nos últimos anos, uma séria preocupação das igrejas em toda parte com as crianças. Grosso modo, Deus tem trazido uma visão para além dos nossos dias a alguns ministros que têm se dedicado com integridade, temor e tremor ao serviço com crianças.
Mas, de fato, o que Deus está fazendo? Essa é uma pergunta que temos que perseguir todos os dias de nossa vida. Mas tão importante quanto saber o que Deus está fazendo é sabermos se estamos nos movendo com Deus. O chamado de Samuel é bem sugestivo a fim de meditarmos e tentarmos compreender acerca do que está acontecendo em nossos dias.
Samuel era apenas um menino quando começou a ministrar na casa do Senhor: “Samuel, contudo, ainda menino, ministrava perante o Senhor...”. (I Sm 2:18 NVI). No capítulo3 verso 1 lemos que o menino Samuel ministrava no templo sob direção do sacerdote Eli. Eli era bem idoso e seus olhos estavam ficando tão fracos que já não conseguia enxergar. Seus filhos Hofni e Finéias estavam comprometidos de mais com seus atos pecaminosos para lembrar das coisas do Senhor. A situação era caótica: Um sacerdote velho e incapaz de “Ver” cujos filhos, também encarregados do serviço sacerdotal, eram ímpios e não se importavam com o Senhor. O fato é que a bíblia diz que: “...naqueles dias raramente o Senhor falava e as visões não eram freqüentes” (I Sm 3:1).
É neste contexto que Deus chama Samuel para comunicar-lhe algo que Ele se dispôs a realizar: “E o senhor disse a Samuel: ‘vou realizar em Israel algo que fará tinir os ouvidos de todos os que ficarem sabendo” ( I Sm 3:11).
Nós vivemos num contexto semelhante ao do tempo do sacerdote Eli. Assim como os pecados cometidos pelos sacerdotes Hofni e Finéias, são cada vez mais freqüentes no cenário cristão dos nossos dias os casos de escândalos envolvendo os ministros na casa de Deus. Por outro lado, alguns ministros íntegros e sérios estão tão velhos que são incapazes de ouvir (ou dar ouvido) ao Senhor. No caso de Levi, um dos problemas mais sérios era que ele estava apegado demais com seus costumes para ouvir o novo da parte do Senhor. “Certa noite, Eli cujos olhos estavam tão fracos que já não conseguia mais enxergar, estava deitado no seu lugar de costume” (I Sm 3:2). O sacerdote Eli estava passando por um momento crítico, tal vez o mais crítico de sua vida, era uma ocasião que Deus raramente falava, seus olhos estavam tão fracos que já não podia enxergar, seus filhos não demonstravam nenhum temor pelo Senhor e tudo que ele fazia era “ficar deitado no seu lugar de costume”. Quantos de nós, ministros, em situações de crises, tudo que fazemos é ficarmos deitados no nosso lugar de costume? Temos vistos vez após vez uma série de ministros se debatendo em seus costumes e tradições na tentativa de manter o status quo, ou quando muito voltarem a uma situação de bem-estar passado, quando tudo que Deus quer é dar-lhes uma nova visão ou lhes mostrar coisas futuras: “... falará apenas o que ouvir, e lhes anunciará o que está por vir” (Jo 16:13), o Espírito anseia em nos falar sobre coisas que estão por vir. O novo do Senhor pode vir com significativas mudanças no que já está estabelecido, sobretudo porque para que algo novo seja estabelecido é preciso que as coisas velhas sejam removidas. Não obstante, alguns ministros amam tanto a visão que Deus os deu no passado que não estão dispostos a amar a Deus o suficientemente para receber algo novo sem abandonar os velhos modelos. E aí é necessário que seja levantada uma geração a semelhança de Samuel.
Samuel, sem dúvida, representava um novo tempo para Israel. O povo estava ciente dos abusos, dos erros e dos pecados cometidos pelos filhos de Levi e, com certeza, do “silêncio”de Deus: “Onde não há revelação divina, o povo se desvia...”(Pr 29:18). O Advento de Samuel trazia consigo a expectativa de que o Senhor falaria e instruiria o seu povo: “Enquanto Samuel crescia, o Senhor estava com ele, e fazia que todas as suas palavras se cumprissem. Todo o Israel, desde Dã até Berseba, reconhecia que Samuel estava confirmado como profeta do Senhor” (I Sm 3:20-21).
Por que Deus escolheu Samuel? Por que Deus usaria uma criança? É bem provável que neste quadro, o único que traria menos resistência aos propósitos de Deus seria Samuel, que era apenas um menino. Samuel Ainda não tinha abstraído uma série de regras e costumes que Levi tinha internalizado e se prendido a elas, nem estava contaminado com seus próprios interesses tal como Hofni e Finéias, sobretudo, como criança, tinha um coração moldável, pronto para aprender; não confiava nos seus próprios conhecimentos. Ou seja, Samuel estava livre das estruturas mentais que aprisionavam Levi e tinha um coração puro que não se deleitava no pecado como Hofni e Finéias.
Deus neste tempo vai levantar uma geração a semelhança de Samuel. Uma geração que ouve a sua voz e tenha um coração ensinável. Uma geração que o conhecerá I Sm 3:7. Assim como o senhor confirmava a palavra de Samuel também confirmará as palavras dessa nova geração: “... o Senhor cooperava com eles, confirmando-lhes a palavra com os sinais que a acompanhavam” (Mc 16:20).
Se quisermos fazer parte dos propósitos de Deus para este tempo e para o tempo vindouro não podemos ser como os da casa de Levi, mas como Samuel. Temos que ser como crianças para entrarmos e manifestarmos o Reino de Deus: “Deixem vir a mim as crianças, não as impeçam, pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas”. (Mc 10:14)
Que o Senhor nos dê um coração simples e sincero como de uma criança e que sejamos ensináveis e dispostos a obedecer. Amém!

Por EDSON CISO

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Palavra aos ministros
“Tu porém pregue a palavra...”



O conselho de Paulo apóstolo ao jovem ministro Timóteo, sem dúvida, é válido para todos nós ministros hoje. Paulo o instruiu: “Pregue a palavra a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, e exorte com toda a paciência e doutrina”. (I Tm 4,2). Ao jovem Tito ele instruiu: “Você, porém fale o que está de acordo com a sã doutrina” (Tt. 2.1).
É essencial que como ministros que preguemos a palavra de acordo com as sãs doutrinas. Como declara as escrituras somos cooperadores de Deus, por isso, precisamos atentar para como estamos edificando o seu edifício. “Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus”. (I Cr. 3.9). Não obstante, poucos ministros são verdadeiramente eficazes em sua doutrina, poucos os que investem tempo de qualidade no estudo da palavra e em oração. (neste ponto sugiro a leitura do artigo anterior sobre devoção). Cristo é o firme fundamento e nenhuma criança é tão nova que não possa receber um ensinamento adequado a respeito dEle. Por isso é necessário que o ministro conheça bem as sãs doutrinas e maneje bem a palavra da verdade.
Em uma sociedade onde as informações são trocadas com uma rapidez tão alucinante e com tamanha facilidade, certamente as pessoas que ministramos, mais cedo ou mais tarde, se depararão com ensinos que serão bastante nocivos a sua fé. “Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios”. (I Tm 4.1). Será de grande valia para nossas crianças estarem sendo ensinadas e edificadas de acordo com as sãs doutrinas.
Como já, há muito, instruiu o sábio: “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele”. (Pr 22.6).

Por EDSON CISO

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Palavra aos ministros
A “criança-problema” e o problema da criança


Em meio as muitas crianças que ministrarmos certamente nos depararemos com uma variedade de comportamentos diferenciados. Creio que a pluralidade seja algo bom e necessário. Mas, fatalmente, neste contexto, depararemos com uma “criança-problema”.
Não estaremos sendo demasiadamente duros se em meio as crianças que estivermos ministrando identificarmos algumas com “problemas”. Ma o que fazer?
Penso que uma das coisas importantes a serem feitas é mudarmos o nosso foco de visão em alguns aspectos, se o problema for comportamental. Os discípulos de Jesus se depararam com um grupo de crianças, que tal vez, para eles, fossem “crianças-problema” ou causadoras de problemas. Jesus, por sua vez, não focou as crianças como sendo um problema, mas sim a situação gerada pelos discípulos, como tal. (ver. Mt. 19. 13-15 )
Uma das lições que podemos tirar do fato narrado pelo evangelho segundo Mateus é que geralmente o problema. Em alguns casos, não está na criança em si. A questão é que como constatou Lahire em seus estudos, a personalidade da criança, seus comportamentos, ações e reações são incompreensíveis fora das relações sociais que a configuram. Isso não quer dizer que ela reproduza, necessariamente, de maneira direta as vivências de sua família, mas que é a conjuntura familiar que vai dar o pano de fundo a seus comportamentos e relações sociais.
“De fato a criança constitui seus esquemas comportamentais, cognitivos e de avaliação através das formas que assumem as relações de interdependência com as pessoas que a cercam com mais freqüência e por mais tempo, ou seja, os membros de sua família” (Lahire, 1997; p. 17).
O problema da criança é que, com freqüência, tendemos a tratá-la insularmente quando, na verdade, ela é “produto” das relações sociais que a cercam. É bem possível que ministremos crianças das mais diversas, apesar disso, não será possível compreendê-las sem apreender minimamente suas relações sociais primárias. “Na verdade, o mais íntimo, o mais particular ou singular dos traços de uma pessoa só pode ser entendido se reconstituirmos o ‘tecido de imbricações sociais com os outros’”. (idem)
É neste contexto de relações intersubjetivas que poderemos compreender a criança em sua complexidade e, como discípulos, deixar de sermos o “problema” da criança. Assim, poderemos ajudá-las a encontrar outras possibilidades de vivências para além daquele aprendidos em sua socialização primária. Como ministros podemos apresentar novas alternativas às crianças, principalmente no que toca conduzi-las a Jesus. Pois o maior problema da criança é ter o acesso a Jesus impedido.


Por Edson Ciso

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Palavra aos ministros
Devoção: necessidade e vontade com verdade.



A devoção a Deus é uma necessidade de todo ministro. A verdade é que nós nos dedicamos ao que amamos. Com freqüência as pessoas que amamos têm de nós nossa afetividade, nosso respeito, nossa amizade, nosso cuidado, nosso tempo etc. genericamente podemos dizer que as pessoas que amamos têm a nossa dedicação.
Se formos estabelecer uma comparação como base de análise entre a dimensão material e a espiritual, grosso modo, podemos dizer que a devoção está para o espírito tal como a comida está para o corpo.
Entre outras, o corpo tem uma necessidade vital: comida. Não obstante, não basta qualquer comida. Se esta não for balanceada o corpo se tornará débil e doente. Em contrapartida, nem sempre desejamos comer comida saudável. Os fast foods que o digam.
Então vivemos essa relação tênue entre a necessidade e a vontade. Satisfazer nossas vontades nos dará muito mais prazer. Todavia, satisfazer a necessidade nos dará muito mais vitalidade.
Paralelamente, podemos sugerir que a devoção é a necessidade do espírito. Penso que, também nesta questão, satisfazer nossas vontades “nos dará algum prazer”, mas satisfazer nossa necessidade nos dará vitalidade.
Tal vez alguém possa argumentar que nada vale uma devoção sem vontade (desejo íntimo). Tal vez alguém diga: “Deus conhece o coração, de nada valerá uma devoção sem ‘vontade’”. Retrucaria afirmando que vai adiantar muito comer comida saudável, mesmo sem vontade de fazê-lo.
É verdade que Deus deseja a verdade no íntimo, por isso, tal vez, olhe o coração. “Sei que deseja a verdade no íntimo e no coração me ensinas a sabedoria” (Slm. 51,6). Dialeticamente, é muito mais proveitoso chegar diante de Deus mesmo que “sem vontade” do que nunca chegar. Se alguém orasse: “Deus chego diante de ti muito mais por necessidade que por “vontade” – até mesmo isso seria melhor que não se chegar a Ele. Deus vê o coração porque deseja a verdade no íntimo. Creio que Deus não se melindrará se vez ou outra nos achegarmos a Ele mais por necessidade espiritual do que por vontade íntima. Precisamos nos chegar com verdade.
Vês uma pessoa equilibrada espiritualmente, provavelmente esta é uma pessoa que se dedica ao Senhor zelosamente. O ideal seria suprir a necessidade com prazer. Mas se você estiver na linha tênue entre necessidade e prazer, escolha a necessidade e terás saúde.
Devoção reverente ministros é uma necessidade.

Por EDSON CISO

Devoção: um dos termos para devoção é sebasma (sebasmai) que remete a venerar acentuando o sentimento de temor. É usado acerca de “adorar a Deus”. (VINE p. 375)
Devoção:Ato de dedica-se ou consagrar-se a alguém ou entidade; fervor religioso. ( DIC. AURÉLIO)

terça-feira, 29 de junho de 2010

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Palavras aos ministros:
Edificando sobre firme fundamento


Todos nós precisamos ter claramente definidos os parâmetros sob os quais nos guiaremos em nossa caminhada pela vida; os valores de um homem dizem muito de si e de suas atitudes. No serviço cristão não é diferente. A maneira que o cristão se comporta em seu ministério, como lida com as pessoas que o cercam e como reage a adversidade, vai ser determinada, em grande parte, pelas suas crenças e valores, bem como por onde seu ministério está fundamentado.
Não levando em conta, aqui, questões técnicas e organizacionais, imprescindíveis em qualquer ministério, penso que um ministério eficaz deve estar sendo edificado no mínimo sobre três princípios básicos:
1 – Amor. “Ainda que eu dê aos pobres tudo que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me valerá”. ( I Cor 13.3). Qualquer coisa feita sem que tenhamos amor não terá valor algum, portanto não será verdadeiramente proveitoso. Estar fundado em amor é uma das premissas básicas para um ministério eficaz.
2 – A Glória à Deus. “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (I Cor 10.31). Não buscar glória própria, nem a de outrem; a não ser a de Deus, é, também, uma premissa para um ministério eficaz. É provável que em seu ministério não receberás com freqüência, se é que receberás, os “tapas” nas costas, as honras, o suporte desejado em tempos de crises, os julgamentos justos e outras coisas desejáveis. Inda que possa fazer parte do seu ministério, não espere essas coisas. Glorificar a Deus deve ser seu objetivo em tudo quanto fizer.
3 – Servi como ao Senhor. “E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens”. (Cl 3.23). Se tudo quando fizerdes for como ao Senhor, farás com excelência, serás perseverante e não buscarás recompensa humana.
É claro que existem vários aspectos a serem considerados em um ministério, mas se estes princípios nortearem sua vida ministerial estarás edificando sobre firme fundamento e não em coisas passageiras. Tudo quanto fizerdes em seu ministério faça como ao Senhor, para glória do Senhor e com amor e estarás bem fundamentado.


Por: EDISON CISO

sexta-feira, 18 de junho de 2010

terça-feira, 15 de junho de 2010

CONGRESSO DE ADORAÇÃO INFANTIL





VI congresso de adoração infantil, que será realizado nos dias 18 e 19 de setembro, das 14h às 18h, na Igreja Batista do Flamboyant, na cidade de Campos dos Goytacazes, com a finalidade de pastoriar e evangelizar as crianças de 4 a 11 anos de idade.
Agende esta data no calendário de sua igreja, monte sua caravana e venha participar conosco!

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Palavra aos ministros:
O caráter do discípulo discipulador.


Todos nós crentes em Jesus, ministros do evangelho, somos imbuídos da grande responsabilidade de refletir em nossas próprias vidas aquilo que pregamos. Nós que ministramos as crianças, tal vez, ainda mais. Isso não quer dizer que temos que ser perfeitos a ponto de nunca errar. Assim como todos os homens, também estamos sujeitos ao erro. O apóstolo já advertia: “Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia” (I Cor. 10.12 ). Não obstante, temos que lutar a fim de que nossas vidas estejam de acordo com a fé que professamos e nos propomos a ensinar. O apóstolo Paulo já dizia “ponham em prática tudo o que vocês aprenderam, receberam, ouviram e viram em mim...”. ( Fl. 4.9 ). As pessoas precisam não só aprender conosco a partir daquilo que falamos, mas também a partir daquilo que elas vêem em nós.
Nenhuma outra coisa impressionará mais alguém em relação ao que diz respeito a nossa fé e piedade do que a observação do caráter de Jesus em nós. Jesus era alguém que crescia em sabedoria estatura e graça diante de Deus e dos homens. O caráter e as atitudes de um discípulo têm que ser semelhante à de seu mestre, pois isto mostrará que ele está bem preparado. “O discípulo não está acima de seu mestre, mas aquele que for bem preparado será como o seu mestre”. (Lc. 6.40)
Precisamos, assim como Jesus, crescer em graça diante de Deus e dos homens. Nosso procedimento diário revelará aos que nos cercam muito de nosso caráter e, de certa forma, a natureza de Jesus revelado em nós. O apóstolo Paulo diz: “Não damos motivo de escândalo a ninguém, em circunstância alguma, para que nosso ministério não caia em descrédito” (2Cr. 6. 3). É necessário que, como discípulos de Cristo, nos portemos de forma irrepreensível para que nosso ministério não caia em descrédito e para que, principalmente, o nome de Jesus não seja blasfemado. “... O nome do senhor é blasfemado entre os gentios por causa de vocês”. (Rm. 2.24)
Geramos grandes problemas quando nossos procedimentos não estão em consonância com aquilo que ensinamos. O apóstolo Pedro é duramente advertido pelo apóstolo Paulo por seu mau procedimento: “Quando vi que não estavam andando de acordo com a verdade do evangelho, declarei a Pedro, diante de todos: “ você é judeu mais vive como gentio...” (Gl 2.14). Ou seja, na situação em questão, os procedimentos do apóstolo, e de alguns cristãos, revelavam mais uma atitude de um descrente do que de um cristão. Essa questão é tão séria que o apóstolo Paulo afirma esmurrar seu próprio corpo para que depois de haver pregado a muitos não seja ele mesmo reprovado.
Nós ministros precisamos tomar muito cuidado com toda nossa maneira de viver. Os nossos procedimentos e atitudes revelaram muito mais de nós do que nossas palavras. A glória do Senhor tem que raiar em todo nosso ser, não só em nossas palavras. (Is. 60. 1).



Por Edson Ciso.

domingo, 13 de junho de 2010

Como organizar o Ministério Infantil

Objetivo: Alcançar o maior número de crianças para Jesus.
Como: Pastoreando ou evangelizando.
Pastorear se da através do trabalho desenvolvido, dentro da igreja com as crianças que já freqüentam as atividades propostas para elas.
Que propostas seriam estas: Escola bíblica dominical e culta infantil.
Escola bíblica dominical: Local utilizado para desenvolver o manuseio da bíblia com as crianças, onde conhecem as histórias e os livros que compõe a bíblia.
Culto Infantil: Local utilizado para levar as crianças à adoração, através da contextualização da palavra lida, cantada e experiências de oração.
Evangelizar: Se da através das atividades extras desenvolvidas dentro ou fora da igreja com objetivo de alcançar crianças que ainda não freqüentam a igreja e não tiveram uma experiência de conversão.
Podemos evangelizar na própria comunidade e fora dela.
Na própria comunidade: através de atividades recreativas que atraiam as crianças ate a igreja para ouvir falar de Jesus.
Fora: projetos desenvolvidos nos hospitais, orfanatos, escolas e comunidades carentes, próximas de nossas igrejas.
Para organizar o ministério precisamos de: voluntários espaços físicos, criatividade, recursos didáticos e outros.
Voluntários: pessoas com muito amor e desejo de servir, independente de ter o chamado especifico para trabalhar com crianças.
Espaço físico: local amplo, arejado, seguro, ideal para realização das atividades infantis.
Recursos didáticos: materiais visuais, sonoros, pedagógicos, comprados ou confeccionados para o desenvolvimento das atividades.
Criatividade: não estar preso ao comum, simples, “receitas de bolos”. Mas dispostos a buscar em Deus novas alternativas de apresentar o evangelho com dinâmicas, brincadeiras, jogos, recreações, músicas e outros.

SHEILA V. DE SIQUEIRA RAMOS
(coordenadora do Ministério, Galera Sorridente)
Tel. 27326969/81350026
www.galerasorridente.com.br/migalerasorridente@hotmail.com

Projeto da galera

Introdução:

TRABALHANDO CIDADANIA ATRAVÉS DO LÚDICO, esta Galera, trabalha com alegria, para o resgate dos valores, bons costumes, moral e cidadania, nas diversas instituições que atende crianças. Trabalhando a socialização, através dos jogos, brincadeiras, teatro, músicas e histórias infantis. Utilizando a criatividade como parceira na realização das atividades. Priorizando o bem estar das crianças, e a qualidade do ensino, no qual as crianças poderão participar, interagir e aprender.

Justificativa:

Objetivando educar nossas crianças hoje, para não ter que puni-las amanhã, trabalharemos o coração das mesmas para a formação de um caráter integro e fiel ao propósito de Deus em suas vidas. Levando-as não somente a dizer que aceitaram a Jesus, mas ensinando-as a viverem de acordo com seus mandamentos, assumindo um compromisso de amor com Ele.

Objetivos gerais:

Partindo da necessidade constatada em nossa sociedade, de mudanças práticas e objetivas na educação de nossas crianças, procuramos soluções a curto, médio e longo prazo.
Entendendo que precisamos formar cidadãos críticos, participativos e integrantes em nossa sociedade, nos unimos através da formação de um grupo adorador, levando evangelho restaurando a alegria que está em Cristo Jesus, querendo chegar ao coração de nossas crianças com a alegria de viver, antes que as mazelas desse mundo alcancem seus corações levando-as para morte através das frustrações.

Objetivos específicos:

 Focalizado na Criança:
- A Galera Sorridente é um grupo que ajudará sua Igreja a conduzir o Ministério Infantil a uma nova visão. Formado por líderes capazes e felizes por estarem servindo as crianças dentro de seus dons espirituais!

 Ensino Relevante:
- Queremos, conforme o modelo bíblico, ser uma unidade viva de cristãos que ensina para as crianças o que é ser um seguidor de Cristo. Ser um suporte para as famílias no seu esforço de formar base espiritual na vida dos seus filhos, para que cada criança - de acordo com o tempo de Deus - possa desenvolver um relacionamento pessoal com Jesus Cristo.


 Bíblia Ensinada com Criatividade:
- Pense em um lugar onde as crianças tenham muita diversão, aprendendo que Deus é maravilhoso e que o amor D’Ele é incondicional. Onde a música é tão moderna e atraente,
que as crianças guardam a melodia e as letras, que as ajudam a lembrar sobre as verdades bíblicas ao longo da semana. Onde técnicas criativas de ensino, vídeos e peças são efetivamente usados para ensinar esta geração sobre os verdadeiros valores espelhados em Cristo Jesus.

 Divertimento e Alegria:
- Nem sempre é fácil montar atividades para as crianças sem que elas terminem por achar monótono. Por isso as atividades que serão desempenhadas pelas crianças, enquanto elas brincam, jogam, participam de dinâmicas e materiais relacionados ao assunto, terão sempre um propósito prático, dando as brincadeiras um formato educativo e de cunho espiritual.


Desenvolvimento:

Trabalhando reflexões a partir das realidades vivenciadas pelas crianças, levando-as a aprenderem a se posicionar frente às dificuldades cotidianas, para proporcioná-las uma vida de mais acertos e menos erros, mediante os padrões bíblicos.
Trazendo uma consciência de verdadeiros adoradores que adorem o pai em Espírito e em verdade.

Métodos:

Partindo do lúdico e utilizando diversas ferramentas como jogos, músicas, brincadeiras e recreações. Proporcionando um aprendizado prazeroso e eficaz. Deixando marcas significativas no dia a dia de nossas crianças.


SHEILA V. DE SIQUEIRA RAMOS
(Coordenadora do Ministério Galera Sorridente)
E-mail: migalerasorridente@hotmail.com
Tel. (22)27326969 – 81350026