segunda-feira, 25 de julho de 2011

Palavra aos ministros

Oração e leitura da Palavra no culto infantil

Nenhum homem pôde nos fornecer maior exemplo de intimidade com Deus do que o próprio Jesus. Paulo, apóstolo, quando disse a célebre frase “sede meus imitadores como sou de Cristo”, estava reportando, ele mesmo, a Cristo. Ele disse: “Eu sou de Cristo”. Em outras palavras – “me imitem no fato de querer ser igual a Cristo”. Em que consistia a vida de intimidade com Deus que Jesus ostentava? Sem dúvida de uma caminhada e um relacionamento diário com Deus. Através da meditação na Palavra e de uma vida efetiva de oração podemos ter, também, uma vida de intimidade com Deus.

Não são raras as narrativas bíblicas em que Jesus se retira para orar, quer seja sozinho quer seja acompanhado de seus discípulos. Jesus revelava uma vida plena em/de oração. Assim como uma vida plena em obediência a voz de Deus: “Então Jesus disse: "Quando vocês levantarem o Filho do homem, saberão que Eu Sou, e que nada faço de mim mesmo, mas falo exatamente o que o Pai me ensinou. Aquele que me enviou está comigo; ele não me deixou sozinho, pois sempre faço o que lhe agrada" (Jo 8. 28-30).

Desde logo, precisamos ministrar e ensinar as crianças sobre a importância de uma vida de intimidade com Deus. Mesmo sendo de pouca idade elas são capazes de entender o que é viver plenamente dedicadas a Deus, a exemplo do profeta Samuel, chamado ainda menino. Mesmo que alguém poderia argumentar que uma prática diária de leitura bíblica e oração não sejam potencialmente sinônimos de intimidade com Deus, precisamos cultivar isso nas crianças, pois dificilmente encontraremos alguém que tenha uma vida efetiva de intimidade com Deus que não tenha uma vida regular de oração e meditação na palavra, tal vez jamais encontraremos.

Por Edson Ciso

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