sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Breve crítica a crítica natalina

Palavras aos ministros
Breve crítica a crítica natalina

O que está por trás de toda crítica que se produz nesta época do ano sobre o natal. Será que nossos críticos acham mesmo que alguém ainda acredita em “papai Noel”? Será que as pessoas já na estão todas cientes das sutilezas e estratégias de mercado?  Será que algum cristão autêntico ignora as artimanhas de satanás? Então que reflexões as críticas natalina suscitam?
 É certo que esta festa tem origem questionável, é certo que há uma lógica de mercado por trás da proposta natalina, é certo que ocorre muitas vezes um esvaziamento do por que Jesus veio ao mundo. Todavia, pondero se a crítica natalina também não aponta, sinaliza e expõe a nossa enfadonha preocupação com coisas não essenciais, nosso esvaziamento de senso crítico apurado, nossa arrogância, e o que é muito pior, nosso despreparo ante cada oportunidade que nos é dado para a pregação do evangelho, isso não pela crítica em si, mas pela maneira que a maioria dos críticos a coloca.
Independentemente de situações adversas, contexto histórico, cultura, etc. a recomendação de Paulo apóstolo a Timóteo, consequentemente também a nós, é “pregue a Palavra, insta a tempo e fora de tempo...” (II Tm 4.2) e em Efésios 5. 16 ele diz “... Aproveitando ao máximo cada oportunidade, porque os dias são maus”. Neste sentido, a exemplo do episódio narrado por Lucas no livro de Atos, em que Paulo está em Atenas e encontra um monumento ao “deus desconhecido” e ver ali excelente oportunidade para comunicar o evangelho de Cristo aos atenienses. Neste sentido, penso, não devemos nos colocar em uma posição reticente diante da festa natalina lançando de longe argumentos que visem simplesmente rechaçar a prática.  Pelo contrário, penso que em nosso lugar Paulo novamente se colocaria no meio da festa: não em vista ao “deus Noel” ou ao “deus Mercado”, sequer diante a qualquer outro deus, mas ante, novamente, ao “Deus desconhecido”, Deus invisível, porém real; o Rei eterno, o Deus único que se fez criança.
Não posso afirmar que, como muito de nós, Paulo apóstolo despenderia tanto tempo na construção de uma crítica ao natal, pelo menos da forma como ela se dá. Mas estou certo que ele aproveitaria também essa oportunidade para anunciar o evangelho de Cristo. As expensas de tudo que sabemos sobre o natal e também de tudo que os críticos não nos deixam esquecer, o natal é uma excelente oportunidade, mais uma, para comunicarmos Cristo aos homens. Para todos os homens. Como disse o profeta: “uma virgem ficou Grávida e dará a luz a um filho e o seu nome é Emanuel, que significa Deus conosco (Mt 1.23). “ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mt 1.21).Quer seja Natal ou não, essa é a mensagem que a anunciamos. E este é o Deus que adoramos, a saber: Jesus Cristo o Filho de Deus. Amem!

Edson Ciso. 

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Palavra aos ministros
A distinção da autoridade em/de Jesus.

Ao lermos nos Evangelhos a biografia de Jesus constatamos que ao ver Jesus ensinando o povo se admirava, pois percebia que Jesus ensinava como tendo autoridade: “E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas” (Mc 1:22). O contexto em que Jesus passou ensinar não é um contexto em que se percebia uma ausência de mestres, pois o próprio povo comparava Jesus com os escribas: “e não como os escribas”. Uma das questões relevantes é que o povo não se admirava do ensino propriamente dito ou do que se ensina, mas da forma como se ensinava: “porque os ensinava como tendo autoridade”. Pelo menos aqui, o que se ressalta não é o conteúdo, o povo não está admirado por causa do conteúdo do ensino, mas da autoridade ao ensinar.
Jesus era mestre em Jerusalém: “Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou” (Jo 13:13). Mas, como supracitado, existiam outros mestres: “ Jesus respondeu, e disse-lhe: “Tu és mestre de Israel, e não sabes isto?”” (Jo 3:10). Estes mestres eram homens autorizados para o ensino; tinham toda a regulamentação judaica como substrato para tal. Não obstante, é com a doutrina (ensino) de Jesus que o povo se maravilhava, porque esse ensinava como tendo autoridade. O que revela uma aparente falta nos demais mestres.
Neste ponto, podemos levantar algumas questões: Se Jesus e os demais, como mestres, tinham autoridade, conseqüentemente autorização, para a prática do ensino, o que os distinguia na questão da autoridade observada pelo povo? Por uma questão didática, e saliento; estritamente didática, quero fazer uma proposição para por em evidência a distinção entre “as autoridades”. Proponho com este fim a idéia que ambos tinham autoridade legal, isto é:  de direito; pois eram mestres, mas não de fato. Percebemos que os mestres tinham autoridade para ensinar, mas não ensinavam com autoridade – autoridade de direito e não de fato. Jesus como mestre tinha autoridade para ensinar e ensinava com autoridade – autoridade de direito e de fato.
Então no que diz respeito à distinção mencionada, o que se observa em Jesus é uma autoridade perceptível; ou seja, de fato, como propus.  O que me leva, na tentativa de deixar a distinção mais evidente, a uma nova proposição: A autoridade pode ser revelada de duas maneiras – Autoridade Reconhecida, isto é aquela em que se manifesta na pessoa que é tida como autoridade e a Autoridade Contida, que reporta a pessoa que tem autoridade. Podemos dizer: Pedro é uma autoridade entre seu povo – Autoridade Reconhecida, ou podemos dizer Pedro tem autoridade entre seu Povo – Autoridade Contida. Agora o que nos resta saber é se elas se excluem mutuamente. Vejamos: É possível observar em alguém a Autoridade Reconhecida e a Autoridade Contida? Podemos dizer que sim. É possível observar em alguém uma Autoridade Reconhecida sem Autoridade Contida? Sim, igualmente. É possível observar em alguém uma Autoridade Contida sem uma autoridade Reconhecida? Jugo que não. No entanto, essa ultima proposição suscita ponderações.
É possível observar em alguém uma Autoridade Contida sem uma autoridade Reconhecida? Não, pois quem é autoridade é autoridade sobre alguém ou sobre alguma coisa, digamos. A autoridade antes de tudo envolve questões relacionais. O indivíduo só pode estabelecer uma relação de autoridade, inda que de submissão a mesma, em relação a alguém ou coisa com quem se relaciona. Então toda Autoridade Contida é Autoridade Reconhecida? Sim, em certo nível pelo que parece, mas tão somente para aqueles que a reconhecem. Não obstante, tal vez seja possível observar uma Autoridade Contida que não seja reconhecida unanimemente.
Jesus tinha Autoridade Contida; isto é, Autoridade de fato. A questão que segue é: Qual é o fator determinante da autoridade de fato ou Contida? O que é imprescindível para a manifestação da mesma? Em outras palavras, por que alguém deixa de ser uma Autoridade Reconhecida e Contida e passa a ser apenas uma Autoridade Reconhecida, ou de direito e não de fato, como no caso dos mestres citados no texto de Marcos? Para o fim que estamos tratando.
Para argüir sobre este ponto precisamos dar uma breve olhada na biografia de Jesus e na dos demais mestres de seu tempo.  Desde muito jovem, no geral, os textos que se referem à vida de Jesus, referem-se nestes termos: “E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens” (Lc 2:52); ”E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas”. (Lc 2:47); “A Jesus Nazareno, homem aprovado por Deus”( At. 2:22); “E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mt. 3:17).   Quanto a maioria dos mestres da lei e fariseus, no entanto se ouvia dizer: “Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, Mas o seu coração está longe de mim” (Mc 7:6); “Ai de vós também, doutores da lei, que carregais os homens com cargas difíceis de transportar, e vós mesmos nem ainda com um dos vossos dedos tocais essas cargas” (Lc. 11:46); “E o Senhor lhe disse: Agora vós, os fariseus, limpais o exterior do copo e do prato; mas o vosso interior está cheio de rapina e maldade”. (Lc 11:39). Estes e outros textos similares, grosso modo, nos permitem fazer uma boa distinção de como viviam os mestres e fariseus e como Jesus vivia. Fazer essa comparação é importante, pois nos permitirá outras proposições.
Jesus tinha autoridade de fato, ou contida – de acordo com a proposta deste texto - é o que nos revela o texto do Evangelho de Marcos: “E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas” (Mc 1:22). Podemos argumentar, a partir na análise que estamos desenvolvendo, que existia um equilíbrio entre o que Jesus ensinava e a maneira como ele vivia. Coerência, de outro modo. O que lhes resguardava autoridade quando ensinava. A expressão: “ensina como tendo autoridade”, parece mensurar propriedade de causa, sobretudo porque era um ensino que se podia comprovar pela experiência. Indo mais fundo na análise, penso, todavia, que não era o estilo de vida tão somente, ou propriamente dito, que atribuía o caráter distintivo da autoridade de Jesus, mas a aprovação de Deus referente à experiência de vida de Jesus. É o que evoca o texto: “E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mt 3:17). Parece-me que é a vida agradável a Deus o fator que gera a distinção mais significativa em Jesus, pois essa leva a uma experiência sui generis com o Espírito Santo: “E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele (Mt 3.16)”. O que sugere que quando Jesus ensinava a presença do Espírito Santo era incontestavelmente sobre ele e com ele: "... quando ele ensinava, estavam sentados ali fariseus e mestres da lei, procedentes de todos os povoados da Galiléia, da Judéia e de Jerusalém. E o poder do Senhor estava com ele para curar os doentes” (Lc 5:17; grifo meu). Paulo, apóstolo, parece fazer também alguma referência neste sentido quando instrui: “Não extingais o Espírito”. (Its. 5:19). E qual a maneira mais eficaz de se apagar o Espírito, se não vivendo de maneira dissoluta e ofensiva a Deus.
Assim, concluí-se que no que se refere a Jesus e aos mestres da lei o caráter preponderantemente diferenciador, penso, não era nem “o que se ensinava” em si, a priori, nem as maneiras como se ensinava, mas o respaldo do Espírito Santo. É a presença marcante do Espírito Santo que outorga a Jesus o fator percebido por seus ouvintes: “... como tendo autoridade” (Mc 1:22). O que para nós seus discípulos é inspirador se queremos obter êxito em nossos ensinamentos. Precisamos ter em mente que a fonte primária da autoridade contida não é o estilo de vida do ministro, mas o Espírito Santo. Mas, como em Jesus, o Espírito Santo, age poderosamente naqueles em quem a experiência de vida agrada a Deus. Portanto, necessitamos urgentemente atentar para a recomendação de Paulo, apóstolo, e não apagar o Espírito Santo. O que nos levará a exemplo de Jesus, nosso mestre, a um ministério de ensino cheio da graça de Deus, por isso eficaz. “Então, os discípulos saíram e pregaram por toda parte; e o Senhor cooperava com eles, confirmando-lhes a palavra com os sinais que a acompanhavam” (Mc 16:20).


Por Edson Ciso

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

A suficiência das Escrituras e o ministério com crianças

Palavra aos ministros
A suficiência das Escrituras e o ministério com crianças


O apóstolo Paulo, na carta que escreveu a Timóteo, afirma que nos últimos dias viriam tempos terríveis (Tm 3.1). Sem dúvidas, é assim que podemos classificar os nossos dias. Vivemos tempos em que verdades e doutrinas fundamentais das Escrituras têm sido questionadas, sutilmente deixadas de lado ou estrategicamente misturadas a outras “verdades”. Em nenhum outro momento doutrinas básicas do cristianismo como a suficiência das Escrituras, as doutrinas acerca do pecado, da salvação, santidade, etc., foram tão relativizadas e solapadas quanto em nossa época.
Evidentemente, isto pode e, de certa maneira, tem influenciado seriamente a forma como doutrinamos nossas crianças. Em muitos lugares, por causa dos ensinos seculares atuais, as verdades bíblicas têm sido sutilmente contrapostas ou relativizadas em vários aspectos. MacArthur em seu livro Sociedade sem Pecado¹ faz menção sobre como pressupostos da psicologia, por exemplo, podem paulatinamente assumir lugar de destaque em nosso ensino em detrimento de verdades bíblicas inquestionáveis noutro tempo. Segundo este autor, nos nossos dias é muito comum, para se escapar da culpa, o pecado ser encarado muitas vezes como doença. Hoje, entre uma infinidade de outros exemplos que poderiam ser referidos, não é raro classificar como hiperativas crianças que afrontam a autoridade ou glutões serem classificados como tendo distúrbio alimentar, assim, minimizando as responsabilidades e culpa dos mesmos pelos seus atos.
Quando permitimos que o ensino das sãs doutrinas seja contaminado pelas “verdades” da cultura vigente, ou mesmo por pressupostos científicos, corremos sérios riscos de comprometer gravemente o futuro eterno de nossas crianças. MacArthur alerta:

“Rapidamente os cristãos estão perdendo a visão do pecado como raiz de todos os males. (...) Anule a doutrina da depravação humana e você invalidará o plano de salvação. Apague a noção da culpa pessoal e você eliminará a necessidade de um salvador. Destrua a consciência humana e você levantará uma geração amoral e irredimível. A igreja não pode dar as mãos ao mundo em um empreendimento completamente satânico. Agir assim é destruir o verdadeiro evangelho para o qual fomos chamados a proclamar”.

Para nós que amamos o Senhor Jesus e a sua Palavra, mais que nunca, este é um tempo em que precisamos firmemente nos voltar para as Escrituras Sagradas como sendo nossa única regra de fé e prática, bem como ouvir atentamente a recomendação do Apóstolo: “Você porém, fale o que está de acordo com a sã doutrina” (Tt 2.1). Que Deus nos ajude!

Edson Ciso


¹ MACARTHUR, John. Sociedade sem pecado. Ed.: Cultura Cristã. SP.2010 . p 7-29

sábado, 9 de março de 2013

Prossigamos para o Alvo em 2013!






SENHOR, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte?
Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração.
Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum opróbrio contra o seu próximo;
A cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao SENHOR; aquele que jura com dano seu, e contudo não muda.
Aquele que não dá o seu dinheiro com usura, nem recebe peitas contra o inocente. Quem faz isto nunca será abalado. 
Salmos 15:1-5

Esta pergunta e para cada um de nós?
Quem habitará no teu tabernáculo?
Tabernáculo Lugar de Adoração, presença do Senhor! Precisamos entender que não podemos apenas passar e sim Habitar, morar, permanecer na presença de Deus. E para isso, encontramos neste salmo, as diretrizes que precisamos, para sermos vivermos uma vida irrepreensível. Não importa o que passou, Hoje é a nossa realidade! Que possamos Dizer: Eis-nos aqui Senhor em 2013. Não apenas de palavras, mas de todo coração. Que possamos andar em sinceridade, justiça e verdade. Que possamos guardar nossa língua, para que verdadeiramente sejamos boca de Deus neste tempo. Que possamos cuidar do nosso irmão, para que possamos demonstrar o Amor de Deus. Que possamos temer ao Senhor, para agirmos com sabedoria em 2013. Sirvamos ao Senhor Sorridentes, cheios de alegria!

Sheila Ramos

Equipe de Dança da Galera Sorridente



























Entrevista realizada em 04/05/2010


Entrevista realizada com a galera, pelo jornal O Diário.

Galera Sorridente

Girlane Rodrigues
Luz, câmera! Entrou em ação a Galera Sorridente. A criançada se alegra com a programação oferecida pelos cinco personagens que também interagem com a família: o tio Cabeção, o Louvai, o Chiclete, a Tagarela e a Prestativa. Eles nasceram em 2007, na Igreja Batista da Coroa, através da necessidade dos professores infantis em trabalhar com crianças de idade, cor, classes sociais e que enfrentam diferentes problemas no dia-a-dia.

É a Galera Sorridente que consegue arrancar sorrisos e até gargalhadas de crianças em situações melindrosas, como as internadas em hospitais, as que visitam parentes em presídios e as que vivem em comunidades carentes excluídas e privadas da cultura e lazer. A Galera Sorridente não gosta de mentiras, palavrões, abandonos, violência, fofocas, maledicências e egoísmo.


A professora e pedagoga Sheila Vieira de Siqueira Ramos, 33 anos, que coordena o grupo, conta que a maior preocupação da galera é resgatar valores, bons costumes, a moral, cidadania e socialização das crianças. “Para isso, promovemos jogos, brincadeiras, teatro, músicas e contamos histórias infantis. Utilizamos a criatividade como parceira na realização das atividades e priorizamos o bem-estar das crianças, a qualidade do ensino. Com isso, as crianças poderão participar, interagir e aprender de acordo com a Bíblia”, informa.

Os cinco personagens possuem propósitos específicos. O tio Cabeção tem uma sabedoria admirável, que adquiriu através da leitura da palavra de Deus, desejando ensinar o maior número possível de crianças através do discipulado. O Louvai deixou de responder aos pais, falar palavrões e reclamar de qualquer coisa. Ele gosta de usar a boca para cantar louvores a Deus, com o coração agradecido.

O Chiclete deixou de ser violento, brigão e zangado, para amar o próximo como a ele mesmo, distribuindo o amor de Deus que gruda em todas as crianças, através da comunhão. A Tagarela não faz mais fofocas, fala somente de Jesus, através de missões. Já a Prestativa deixou de ser egoísta e egocêntrica, para repartir tudo com o próximo através do serviço.

São os jovens da Igreja Batista da Coroa, Luciano Couto, Renan de Souza Junior, Wilerson Barroso, Amanda Rodrigues e Noemi Monteiro que dão vida aos personagens. Eles vivem respectivamente, o Tio Cabeção, Louvai, Chiclete, Tagarela e a prestativa.
Brincadeira misturada com educação, bons costumes, cidadania e socialização das crianças
A Galera Sorridente é um grupo que se divide em equipes para direcionar as crianças a um caminho longe da violência e do desrespeito. A equipe utiliza os métodos do Instrumental, liderada por Edson Peçanha e Larissa Direito; Teatro, Sheila Ramos; Louvor, Flávia Couto; Evangelismo, Luciano Couto; Ação Social, Janai Direito; Assistência Familiar, Mauricio Ramos; Artes Circenses, Igor Direito; Ornamentação e Efeitos, Márcio Willemen.
O grupo, segundo Sheila está aberto ao atendimento à família e treinamentos para educadores envolvidos na educação infantil. “Oferecemos palestras que auxiliam na educação de filhos e também trabalhamos com um grupo de palhaços que interage com as crianças através de brincadeiras, malabares, pirofagia e perna de pau”, afirma.

Para os projetos futuros, a Galera Sorridente já prepara um CD que deve ser lançado no quinto Congresso de Adoração Infantil, o Adorai Kids, que em parceria com o Centro de Formação de Líderes (Cefol) e Colégio Batista Fluminense (CBF) será realizado nos dias 26 e 27 de setembro deste.

Neste evento é esperado um público de até mil crianças. “Pretendo expandir essa ideia para outras cidades do Brasil, entre elas Resende, no Estado, onde já temos uma programação marcada para outubro próximo. Estamos trabalhando e buscando parcerias para o projeto Levando nas Escolas Cidadania Através do Lúdico, visando resgatar valores que tem se perdido em nossa sociedade. Propondo através da prevenção, educar os meninos de hoje, para não termos que punir os homens de amanhã”, finaliza Sheila.